Belo Monte: corpos de operários são encontrados

30/05/2015 at 23:18 (*Liberdade e Diversidade)

Veja imagens do resgate dos feridos

30/05/2015

Jornal do Brasil 

O Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) confirmou, neste sábado (30), que o Corpo de Bombeiros de Altamira encontrou os corpos dos ajudantes de produção Denivaldo Soares Aguiar, José da Conceição Ferreira da Silva e Pedro Henrique dos Santos Silva, mortos no acidente ocorrido nesta madrugada. Um silo de estocagem de cimento, com tubos que têm capacidade para 1.200 toneladas, se soltou e caiu sobre os trabalhadores na área industrial do sítio Belo Monte.

Outros três funcionários da obra ficaram feridos. O CCBM afirma que presta todo o apoio às famílias das vítimas e colabora com o trabalho de peritos e agentes da Polícia Civil. As obras no canteiro foram paralisadas.

Os três feridos foram encaminhados para o Hospital Municipal de Altamira. Dois deles tiveram alta e o terceiro permanece internado com uma fratura no ombro.

Em vídeo publicado na internet é mostrado o momento em que um dos trabalhadores é resgatado. Os homens cobertos de poeira são carregados no colo por outros funcionários da Belo Monte.

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Irlanda “pós-católica” adota casamento homoafetivo (Leitura do dia)

30/05/2015 at 15:59 (*Liberdade e Diversidade) ()

IrlandaPanti Bliss, artista drag e ativista pelo Sim, celebra vitória com ativistas

Como país, antes conservador, tornou-se primeiro do mundo a reconhecer uniões igualitárias em plebiscito. A pedofilia e o desgaste do catolicismo. A nova atitude da igreja

25 DE MAIO DE 2015

Por Paul Vallely*, do The Independent | Tradução Isaque Gomes Correa, no IHU / Outras Mídias

Em 1987, os cidadãos da Irlanda responderam, via referendo, se queriam, ou não, que o divórcio se tornasse legal no país. A esmagadora maioria votou Não. Nenhuma surpresa aqui, dizia-se à época, já que este era o país mais católico da Europa. Hoje, não mais.

A votação maciça a favor da legalização do casamento homoafetivo no território nacional demonstrou uma transformação – clara e profunda – pela qual a sociedade irlandesa passou em apenas uma geração.

Em menos de três décadas, a Igreja Católica perdeu o controle sobre os irlandeses. Deixando de ser uma das sociedades europeias mais conservadoras, a Irlanda tornou-se o primeiro país no mundo a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo – uma das questões definidoras do mundo moderno – não a partir da legislação de uma elite parlamentar, e sim através de uma consulta popular.

A autodestruição da Igreja institucional foi espetacular. As revelações sobre a extensão dos casos de abuso sexual cometidos por sacerdotes predadores enfraqueceram a autoridade moral da hierarquia católica e derrubaram a coisa mais próxima que a Europa tinha de uma teocracia. Os culpados não eram apenas os sacerdotes pedófilos. Desnudaram-se escândalos com irmãos e irmãs consagrados à vida apostólica, muitos dos quais envolvidos em regimes de crueldade física e psicológica em escolas. Sem falar em casos de violência ocorridos em lares assistenciais e nas “Lavanderias de Madalena”, locais de moradia para mães solteiras e “mulheres caídas”.

Pior ainda foi quando se evidenciou que alguns bispos haviam abrigado, por décadas, estes sacerdotes e religiosos abusadores. Os regimes destas instituições abusadoras contavam com a aprovação da hierarquia eclesiástica. Muitas vezes estas instituições contavam com a aprovação de agentes inspetores do governo, mas – de forma reveladora – o Estado secular evitou, em grande parte, o opróbrio que acabou recaindo só sobre a Igreja. Isso sugere que estava acontecendo na Irlanda algo mais do que uma simples desilusão com o catolicismo por causa de abusos nutridos sob uma cultura clerical.

A Igreja Católica foi o elemento singular mais poderoso durante os primeiros 60 anos da República Irlandesa. Ela moldava a política governamental via pressão pública e consultas clandestinas, mas principalmente através da forma como definia as normas culturais, políticas e sociais da sociedade irlandesa. Durante décadas, a sua autoridade moral autoconfiante não foi contestada.

O ponto alto do seu poder foi uns poucos dias, em setembro de 1979, quando João Paulo II tornou-se o primeiro papa a visitar a Irlanda. Na ocasião, um em cada três irlandeses fez-se presente no Parque Fênix, em Dublin, para ver o pontífice rezar uma missa. Foi o maior encontro de irlandeses em um único lugar – e o ápice da influência do catolicismo no Estado irlandês.

Porém, algo mais estava em jogo na sociedade irlandesa. Seis anos antes de o papa chegar, a Irlanda havia se unido à União Europeia, ganhando acesso a mercados muito maiores do que até então, quando o seu comércio se dava predominantemente com a Inglaterra. Isso, junto com um influxo advindo de investimentos estrangeiros, transformou a Irlanda profundamente – de um dos países mais pobres na Europa para um dos mais ricos. A sua economia cresceu de maneira tão poderosa na década de 1990 que o país ficou conhecido como o “Tigre Celta”.

Com essa afluência, e com um envolvimento cada vez maior junto à Europa, ocorria uma mudança nas atitudes sociais. A emigração, que por tanto tempo foi norma na sociedade irlandesa, deixou de existir. Pessoas com talentos específicos, nascidas no país, não mais olhavam para o exterior em busca de melhores condições de vida, mas permaneciam aí mesmo e fomentaram uma transformação social. A revista The Economist considerou a Irlanda o melhor lugar do mundo para se viver. “O aumento da riqueza material parece ter expandido as mentes bem como as carteiras”, como disse um analista social irlandês. Na imaginação pública, o secularismo acabou se associando a benefícios da modernidade urbana, e a religião foi relegada a uma associação com a pobreza de um passado rural.

Vozes começaram a se levantar em público pela liberalização de leis sobre o uso de métodos contraceptivos, o divórcio e até mesmo o aborto. Se a paz chegou aos poucos e lentamente na Irlanda, a transformação social veio rápida. Suspenderam-se as restrições contra o emprego de métodos contraceptivos. Ainda que um referendo para a legalização do divórcio fosse derrotado em 1986 com ampla vantagem, outro foi aprovado em 1995. Descriminalizou-se a homossexualidade em 1993, trinta anos depois de o mesmo ocorrer na Inglaterra. Um distanciamento entre a Igreja e a sociedade começou a tomar forma, lenta e silenciosamente.

Foram, evidentemente, os sacerdotes pedófilos quem mais contribuiu para o enfraquecimento desta relação. A frequência às missas de domingo, que era mais de 90% na década de 1970, estava em 34% em 2013. Dom Diarmuid Martin, arcebispo de Dublin, estima que, na capital, este número está em apenas 18%. Hoje, muitos na Irlanda se descrevem como “pós-católicos”. Segundo Michael Kelly, editor do jornal The Irish Catholic, estes são “funcionalmente ateus”.

Um impasse se deu entre o governo irlandês e a Igreja diante da negação dos (e da falta de ação contra os) casos de abuso no país – tanto por parte dos bispos locais como por Roma. O primeiro-ministro irlandês disse que uma investigação oficial estatal “expôs a disfunção, a desconexão, o elitismo e o narcisismo” presentes no Vaticano. De forma dramática, Dublin rompeu as relações diplomáticas com a Santa Sé – situação que permaneceu por quase três anos.

Isso tudo explica por que Dom Diarmuid Martin decidiu que a Igreja Católica não lideraria a oposição no referendo ocorrido nessa sexta-feira (22). Ele votou Não no referendo, porém acrescentou: “Não quero, de forma alguma, impor goela abaixo as minhas opiniões religiosas às outras pessoas”.

O tom da retórica do arcebispo baixou extraordinariamente. “O casamento não tem a ver só com duas pessoas se apaixonando. É mais complexo do que isso”, disse o prelado. “O meu voto no Não não é um voto contra as pessoas gays ou lésbicas”. No passado, a Igreja tratou os gays e as lésbicas de um “jeito severo e hostil”, disse Dom Diarmuid Martin, que deixou que a oposição ao casamento gay fosse liderada por grupos de leigos católicos.

No final das contas, as frases de efeito da campanha pelo Não – tal como “Dois homens não conseguem substituir o amor de mãe” – não foram o suficiente para deter as mudanças advindas de uma maré inexorável.

*Paul Vallely é professor visitante de ética pública na Universidade de Chester, no Reino Unido e autor de uma importante biografia do Papa Francisco intitulada Pope Francis: Untying the Knots. London: Bloomsbury, 2013. Em breve estará publicando o livro Pope Francis: The Struggle for the Soul of Catholicism.

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Charge do Mariano: Financiamento privado de Campanha

30/05/2015 at 13:12 (*Liberdade e Diversidade, Hermano de Melo) (, , , , , )

mariano

Charge do Mariano para o Chargeonline. Super!

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Para Dilma, há conservadorismo perigoso no País

30/05/2015 at 12:53 (*Liberdade e Diversidade) (, , , , , , , )

dilmaPresidente da República Dilma Rousseff durante a 10ª Conferência Nacional do PC do B em São Paulo © Fornecido por Estadão

30/05/2015

Elizabeth Lopes e Carla Araújo / Estadão

Em evento do PCdoB na noite desta sexta-feira, 29, em São Paulo, na qual foi a estrela principal, a presidente Dilma Rousseff (PT) advertiu que há um conservadorismo muito perigoso na sociedade brasileira. E se posicionou novamente contra a maioridade penal. “Penalize o adulto, mas resolver a questão da violência do menor com internação em prisões, não resolve.”

No discurso de pouco mais de uma hora, a presidente lamentou a queda da CPMF, derrubada no Congresso Nacional, na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o apoio dos parlamentares do PSDB. E disse que a destinação de 25% do fundo do pré-sal para a saúde não dá para muita coisa. Neste momento, alguém da plateia gritou: “CPMF neles!” e ela riu e disse: “Não sou eu quem está dizendo.”

Ao criticar o conservadorismo presente no País, voltou a elogiar o PCdoB, dizendo que eles sabem o que é prioridade. E defendeu sua gestão: “Posso garantir que a agenda do meu governo é popular, inclusiva, e tenho discutido o ajuste fiscal de forma equilibrada, com justiça. Tenho certeza que posso continuar contando com o PCdoB, quero a militância ao meu lado.”

Cela

No final do discurso, disse que não se sente sozinha no Palácio do Planalto. “Sozinha me sinto dentro de uma cela”, emendou, em resposta a algumas críticas de que vive ‘encastelada’ na sede do executivo federal.

A vinda de Dilma para o evento do PCdoB não estava na agenda prévia do Palácio do Planalto e foi decidida na tarde desta sexta-feira, 29. No início do discurso, ela disse que ficou muito honrada e comovida pelo convite. “Neste convite tem toda confiança recíproca que eu tenho em vocês e queria muito que vocês tenham em mim.”

Dilma falou que o Brasil tem uma trajetória política na qual, o PCdoB, com 90 anos, passou por muitas lutas. “Muitos partidos ficaram para trás e o PCdoB, sem abrir mão de seus ideais e bandeiras, da cor vermelha, de seus compromissos e socialismo, tornou-se um País democrático. E se transformou sem abandonar suas crenças ou suas convicções.” E lembrou de João Amazonas e falou de Renato Rabelo.

Dilma chamou Rabelo de irmão de luta. “Podemos ter, em vários momentos, alguns erros. Sempre respondo que devemos ter orgulho de muitos erros e deste orgulho eu compartilho com Rabelo, quando lutei no Brasil, num período muito difícil de lutar.” E disse que um dos motivos que motivaram sua vinda à conferência da legenda foi a homenagem a Rabelo, que está deixando a presidência do PCdoB.

Crise

Durante seu discurso, o presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, fez críticas ao projeto de terceirização, conseguindo arrancar aplausos da presidente, mas também defendeu “o grande esforço do governo Dilma em proteger a economia nacional em tal situação de crise”. “A presidente começou a procurar saída com medidas estruturantes”, disse.

Rabelo criticou também o papel da oposição de trabalhar “para o quanto pior, melhor” e disse que é preciso evitar medidas antidemocráticas. Segundo ele, é preciso trabalhar pela defesa do mandato legítimo e constitucional da presidente Dilma. “Eles querem derrubar a presidenta, nós queremos sustentá-la”, afirmou.

Apesar das críticas em relação a terceirização, Rabelo defendeu que o ajuste proposto pelo governo é necessário por conta de um período de crise internacional. “Acredito que a presidente tenha nitidez quanto alternativa a seguir”, afirmou. Segundo ele, o apoio ao ajuste está ligado ao compromisso do governo em manter seus compromissos sociais. “É preciso de um ajuste que permita a retomada do crescimento, voltado para o progresso social”, afirmou.

Filiação

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em breve discurso na 10ª Conferência Nacional do PCdoB, brincou com a presidente Dilma Rousseff, dizendo que assim que ela terminasse o mandato, iria convidá-la para se filiar ao seu partido. O governador disse acreditar que Dilma levará o País a um porto seguro depois dessa crise e garantiu que seu partido está ao lado da petista em todos os momentos, mesmo os mais difíceis.

A próxima presidente do PCdoB, Luciana Santos, que assume no lugar de Rabelo, disse em seu discurso que a presidente Dilma se tornou um exemplo para gerações de mulheres, com coragem para enfrentar as adversidades. “Sua trajetória política de coração valente pode nos conduzir a uma saída que garanta o desenvolvimento do País e os investimentos sociais.”

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Ministro assina portaria que dá terra no Jaraguá aos índios

30/05/2015 at 12:20 (*Liberdade e Diversidade)

Movimentação de índios na Aldeia Itakupe no bairro do Jaraguá em São Paulo, SP, neste sábado (2). Os índios Guarani MBya se reuniram com ativistas e outros indígenas para abraçarem a causa da aldeia Itakupe que corre risco de reintegração de posse em um processo movido pelo ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Antônio Tito Costa, contra a comunidade indígena.  André Lucas Almeida/Futura Press

Movimentação de índios na Aldeia Itakupe no bairro do Jaraguá em São Paulo, SP, neste sábado (2). Os índios Guarani MBya se reuniram com ativistas e outros indígenas para abraçarem a causa da aldeia Itakupe que corre risco de reintegração de posse em um processo movido pelo ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Antônio Tito Costa, contra a comunidade indígena. André Lucas Almeida/Futura Press

Terra Indígena Jaraguá agora tem 532 hectares demarcados

Foto: André Lucas Almeida / Futura Press  

Demarcação de território em São Paulo já havia sido reconhecida pela Funai, mas decisão ficou parada no Ministério da Justiça

29 MAI 2015

Débora Melo / Terra

Direto de São Paulo

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, assinou na noite desta sexta-feira a portaria que garante  aos índios da etnia guarani que vivem em São Paulo a demarcação de uma área de 532 hectares no entorno do Pico do Jaraguá, na zona noroeste da capital.

No local onde agora está a Terra Indígena Jaraguá existem três aldeias: Tekoa Ytu, Tekoa Pyau e Tekoa Itakupe. Antes da assinatura da portaria, porém, apenas a aldeia Ytu era demarcada – com 1,7 hectares, o local era considerado o menor território indígena do Brasil.

A população no local é de quase 600 índios e, de acordo com o Ministério da Justiça, os guarani estavam “vivendo em condições extremamente precárias”. A pasta informou ainda que a assinatura da portaria representa grande avanço na garantia dos direitos territoriais dos Guarani, de modo a assegurar e melhoria de suas condições de vida e a reprodução física e cultural do grupo, segundo seus usos, costumes e tradições”.

Fim da disputa

A demarcação da Terra Indígena Jaraguá aguardava decisão do ministro Cardozo há mais de dois anos. Em 2013, a Fundação Nacional do Índio (Funai) emitiu um laudo antropológico no qual reconheceu como “território de ocupação tradicional do grupo indígena guarani” a área de 532 que abrange as três aldeias. A regularização da terra, contudo, dependia dessa assinatura.

Agora, a portaria encerra uma longa disputa que teve seu último episódio neste mês, quando a Justiça pediu que os índios deixassem a aldeia Itakupe e autorizou a reintegração de posse do local. O pedido havia sido feito pelo proprietário do terreno, o ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Antonio Tito Costa. A ação da Polícia Militar estava marcada para o fim de maio, mas uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a liminar que autorizava o despejo.

http://terratv.terra.com.br/trs/video/7842764

‘Meu sonho é construir uma aldeia modelo’, diz cacique

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“Assim na Terra como nos Céus” será reapresentado hoje na Casa Fernando Pessoa em Campo Grande, MS

30/05/2015 at 11:29 (*Liberdade e Diversidade)

casa fernando pessoa2Casa Fernando Pessoa – Campo Grande,MS

A Casa Fernando Pessoa volta a apresentar hoje, sábado (30/5), às 20 horas, o espetáculo “Assim na Terra como nos Céus”, um ensaio poético-musical, com o músico e educador Nola Pompeo, a psicóloga e cantora Luciana De Bem e o arte-educador Sílvio Santana.

Inaugurada, no dia 9 deste mês, com o mesmo espetáculo, a Casa nasce para se tornar o espaço referencial de divulgação da obra do poeta português, sem contudo limitar-se a ele, procu… 

Av. Cel. Porto Carreiro, 502, Campo Grande (Mato Grosso do Sul)

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*Comentário do blog: Continua imperdível!

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Temperaturas baixas continuam no MS e frio chega na semana que vem

30/05/2015 at 10:42 (*Liberdade e Diversidade)

frio no msFim de semana vai ser de manhãs e noites frias e uma massa polar vem já no começo de junho

nevoeiroOs Campo-grandenses continuarão sendo obrigados a usar casaco neste fim de semana. apesar do sol que deverá predominar, as manhãs continuarão frias na Capital. Pode ocorrer chuva, também de manhã ou no final da tarde. No sábado (30) a mínima será de 13 graus e a máxima de 24 graus. Já no domingo (31), a mínima será de 15 graus e a máxima, de 27 graus. Os ventos serão fracos. Ver matéria completa de Izabela Carvalho na edição de hoje (30) do jornal Correio do Estado. A foto ‘supimpa’ é de Bruno Henrique. Clique para ampliar.

http://www.correiodoestado.com.br

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*Comentário do blog: Tá chegando a hora do vinho!

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