EUA retiram Cuba de lista de países que patrocinam o terrorismo

29/05/2015 at 12:59 (*Liberdade e Diversidade) (, , , , , , , , )

cuba e obama

29/05/2015

Istoé dinheiro

O governo dos Estados Unidos retirou formalmente a partir desta sexta-feira (29) Cuba da lista do Departamento de Estado de países que promovem o terrorismo, informou o Departamento de Estado em uma nota oficial.

“O prazo de 45 dias de notificação ao Congresso expirou, e o Secretário de Estado tomou a decisão final de rescindir a designação de Cuba como Estado Patrocinador do Terrorismo, que se torna efetiva hoje, 29 de maio”, expressou o porta-voz do Departamento de Estado, Jeff Rathke, em sua nota.

De acordo com o Departamento de Estado, os Estados Unidos têm “preocupações e divergências significativas” com Cuba em diversos assuntos, mas que estão “fora dos critérios relevantes à rescisão” de sua designação para a polêmica lista.

A saída de Cuba da lista – na qual fazia companhia a Irã, Síria e Sudão – “reflete nossa convicção de que Cuba reúne os critérios” para ser excluída.

Cuba, afirmou a nota, “não forneceu nenhum suporte ao terrorismo internacional nos últimos seis meses” e, além disso, “forneceu garantias de que não apoiará atos de terrorismo no futuro”.

A medida exigirá ainda a publicação da medida no diário oficial americano, o Federal Register, mas a chancelaria de Washington deixou claro que a remoção de Cuba desta lista se torna efetiva imediatamente.

Cuba havia sido incluída nesta lista em 1982, sob o argumento de que servia de santuário a militantes da organização basca ETA e oferecia suporte à guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

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Forte nevasca atinge nordeste dos EUA e voos são cancelados

26/01/2015 at 20:39 (*Liberdade e Diversidade) (, , , , , , , )

nevasca nos euaPessoas caminham sob neve em Times Square, Nova York. 26/01/2015. (Foto: Mike Segar / Reuters)

Nova York, Nova Jersey, Connecticut e Massachusetts declararam estado de emergência

26 JAN2015

Reuters / Terra

Uma forte nevasca atingiu o nordeste dos Estados Unidos nesta segunda-feira, o que levou ao cancelamento de milhares de voos, à redução dos transportes coletivos e ao fechamento de centenas de escolas, já que autoridades advertiram que a tempestade poderia despejar até 90 centímetros de neve na região.

Nova York, Nova Jersey, Connecticut e Massachusetts declararam estado de emergência e dezenas de milhões de pessoas foram instadas a ficar em casa, uma vez que os sistemas de transporte suspenderam os serviços.

A tempestade potencialmente histórica representa o mais novo desafio do prefeito de Nova York, Bill de Blasio, que nas últimas semanas tem estado sob forte crítica da polícia, que condenou o apoio dele a protestos públicos sobre a violência de policiais brancos contra homens negros.

O Serviço Nacional de Meteorologia emitiu um alerta de nevasca para a cidade de Nova York e arredores entre litoral de Nova Jersey e Connecticut, com previsão de piora durante a noite.

A nevasca atrapalhou uma série de eventos de entretenimento. Os jogos desta segunda-feira do New York Knicks e Brooklyn Netss foram adiados, o comediante Louis CK suspendeu seu show final marcado para terça-feira no Madison Square Garden e apresentações da Broadway, em Nova York, foram canceladas.

A sede da Organização das Nações Unidas decretou folga para seus funcionários na terça-feira e escolas de toda a Costa Leste dispensaram estudantes na manhã desta segunda-feira e cancelaram aulas na terça-feira. Em Boston, os alunos ficarão fora até quinta-feira.

“Aleluia!”, disse a aluna Olivia Fitzsimmons, de 8 anos, enquanto ia para casa mais cedo em Maplewood, Nova Jersey.

“Depois da tempestade de neve, eu vou fazer uma namorada para ele”, disse ela, ao lado de um boneco de neve com nariz de cenoura no seu quintal.

http://terratv.terra.com.br/trs/video/7741334

Nova York se prepara para nevasca histórica

Até mesmo os operadores da bolsa de valores Wall Street foram embora, apesar de o pregão ter permanecido aberto.

Até 60 centímetros de neve da “nevasca devastadora e potencialmente histórica” devem cobrir muitas áreas ao longo da Costa Leste, afirmou o serviço de meteorologia. Ventos de até 88 quilômetros por hora estão previstos para Nova York e seus subúrbios, aumentando o potencial de quedas de energia causadas por galhos de árvores.

O prefeito de Nova York disse que as ruas da cidade ficarão fechadas por tempo indeterminado para o tráfego, exceto veículos de emergência, a partir das 23h (horário local) desta segunda-feira e advertiu aos nova-iorquinos, famosos por encomendar refeições para entrega em domicílio, a encarar o desafio.

“Uma bicicleta de entrega de comida não é um veículo de emergência”, disse Blasio.

Turistas e viajantes de negócios enfrentaram dores de cabeça com o cancelamento de cerca de 2.700 voos, de acordo com o serviço de rastreamento de voos FlightAware, incluindo cerca de 700 voos nos três principais aeroportos que servem Nova York.

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, declarou estado de emergência e mobilizou tropas da Guarda Nacional para uma série de municípios da região sul do Estado, bem como a Cidade de Nova York.

Autoridades nova-iorquinas disseram que estavam considerando uma proibição total de viagens em estradas principais a partir das 23h (horário local).

“Pode ser uma questão de vida e morte, por isso é necessária cautela”, disse Cuomo. “A Mãe Natureza decidiu mais uma vez nos visitar de forma extrema.”

O presidente norte-americano, Barack Obama, que está em viagem na Índia, foi informado sobre a tempestade que se aproxima mais cedo nesta segunda-feira, disse o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, a jornalistas.

A maior queda de neve em Nova York que se tem registro ocorreu durante a tempestade de 11 a 12 fevereiro de 2006, com queda de 68 centímetros de neve, de acordo com o Escritório de Gestão de Emergências.

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Facebook: o fim está próximo?

03/02/2014 at 19:10 (*Liberdade e Diversidade) (, , , , , )

3 de fevereiro de 2014

 Gabriela Leite / Blog da Redação

Facebook - fim próximo (cemitério)

 Com fuga de usuários jovens, plataforma envelhece. Estudo prevê declínio semelhante ao das epidemias. Não estará na hora de uma rede mais livre?

O quanto o Facebook já faz parte de nossas vidas, e por quanto tempo isso ainda vai durar? Há grandes chances de você ter chegado até este texto ou ter conhecido este site através da rede social de Mark Zuckeberg — que já é utilizada por mais de um bilhão de pessoas. Mas antes dela, houve outras: o Orkut, famoso principalmente entre os brasileiros, o MySpace, mais comum nos EUA e diversas outras, mais segmentadas ou não. Com base na vida e morte destes sites populares na internet, algumas pesquisas começam a tentar prever quando será o fim do novo gigante das redes sociais, cuja ética parece cada vez mais questionável.

Alguns fatos concretos indicam que, sob algumas perspectivas, o Facebook já está caindo: desde 2011, 25,3% dos adolescentes de 13 a 17 anos desativaram suas contas apenas nos Estados Unidos. Isso fez a rede envelhecer sensivelmente: hoje, também nos EUA, a faixa etária com mais usuários é entre 35 e 54 anos — e a de mais de 55 é a que mais cresce. O motivo para os jovens abandonarem a rede é exatamente este: a necessidade de privacidade em relação aos adultos, que, uma vez integrados à plataforma, podem “vigiar” seus filhos e parentes. Por isso, estes migram para redes sociais mais específicas, de compartilhamento de fotos e imagens, por exemplo.

Outra previsão sombria (e curiosa) sobre o futuro do “Face” partiu de dois cientistas da Universidade de Princeton — John Cannarella e Joshua Spechler. Eles compararam a ascensão e declínio da rede mais popular do planeta a uma similar, hoje esquecida (o MySpace) e a outro fenômeno humano relacionado a contágio: a expansão e posterior recuo das doenças infecciosas… Ao fazê-lo, chegaram ao gráfico abaixo (a curva de popularidade do Facebook foi construída em função de número de buscas pela rede no Google). Sua conclusão é: a rede de Zuckenberg já atingiu seu pico e começou a recuar; é provável que perca 80% de seus atuais usuários entre 2015 e 2017.

Facebook - fim próximo (gráfico)

Mas há quem seja mais cético, diante das teorias catastrofistas. Para o site de tecnologia TechVibes, o Facebook é grande demais para cair num futuro próximo. Segundo eles, por mais que haja uma queda em seus usuários, economicamente falando, a empresa continua a crescer. Estima-se que sua receita para 2013 tenha sido de 7 bilhões de dólares, o que significa um crescimento de 50% a cada ano. Com tanto poder, afirmam, Zuckeberg pode facilmente comprar qualquer nova iniciativa que ponha em risco seu reinado. Pensa que estagnação do número de buscas pelo Facebook não é relevante — ele teria se tornado tão popular que já não é preciso procurá-lo, assim como você nunca vai ouvir alguém falando “prove essa bebida, Coca Cola, é uma delícia!”. O “Face” não estaria ameaçado de morte por já fazer parte do dia-a-dia de um sétimo da população mundial — por isso, plenamente estabelecido em nossas vidas.

Apesar de fortemente presente e viciante, o Facebook é a rede que queremos para o mundo? Não são poucos os casos como o desta semana, em que os administradores do Facebook tiraram do ar uma página contra a Copa do Mundo, a “Operation World Cup”. Semanas atrás, haviam sumido com os eventos de “rolezinhos” em diversos shoppings do Brasil. Durante os protestos de junho, conteúdos de revolta também desapareciam do dia para a noite. Em casos mais absurdos, a rede já tirou do ar obras de artistas como Gustave Courbet e ensaios de mulheres com seus bebês recém nascidos. Além disso, a rede sofreu diversas críticas por vender os dados de seus usuários para empresas. Em tempos de risco da liberdade da internet, uma rede menos mercadológica e mais livre viria a calhar.

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Obama alerta sobre Al-Qaeda em seu discurso anual

29/01/2014 at 09:44 (*Liberdade e Diversidade) (, , , , , )

29/01/2014

AFP

Obama - discurso anual perante...

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, durante o discurso do Estado da União, em Washington, em 28 de janeiro de 2014 (AFP, BRENDAN SMIALOWSKI).

Washington — O governo americano colocou a rede Al-Qaeda “no caminho da derrota”, mas “sua ameaça evoluiu”, e grupos correlatos plantam raízes em novos lugares do mundo, alertou o presidente Barack Obama, no discurso anual sobre o Estado da União, nesta terça-feira. “No Iêmen, Somália, Iraque e em Mali, temos de continuar trabalhando com aliados para enfraquecer essas redes e torná-las inoperantes”, declarou Obama.

O presidente também prometeu vetar qualquer projeto de lei apresentado pelo Congresso que imponha novas sanções ao Irã, em meio a sensíveis negociações sobre o programa nuclear de Teerã.

“As sanções que nós colocamos em prática nos ajudaram a tornar essa oportunidade possível. Mas, deixe-me ser claro: se esse Congresso me enviar novos projetos de sanções, agora, isso ameaça descarrilar essas conversas. Eu vou vetar. Pelo interesse da nossa segurança nacional, precisamos dar à diplomacia uma chance de ser bem-sucedida”, pediu Obama.

O presidente abordou ainda a situação na Ucrânia e apoiou os protestos pró-democracia. Ele defendeu que os manifestantes têm o direito de serem ouvidos sobre o futuro de seu país.

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Nobel de Economia alerta para bolha nos EUA e no Brasil

01/12/2013 at 16:55 (*Liberdade e Diversidade) (, , , )

01 de Dezembro de 2013

Reuters / Terra

Bolha imonbiliaria nos EUa e aqui Robert Shiller -

Robert Shiller acredita que as fortes altas nos preços do mercado de ações dos Estados Unidos e do setor imobiliário em algumas cidades do Brasil podem provocar uma perigosa bolha financeira Foto: Michelle McLoughlin / Reuters

Um dos americanos que venceram o Prêmio Nobel de Economia de 2013 acredita que as fortes altas nos preços do mercado de ações dos Estados Unidos e do setor imobiliário em algumas cidades do Brasil podem provocar uma perigosa bolha financeira. Robert Shiller venceu o prêmio com outros dois norte-americanos por pesquisas sobre preços do mercado acionário e bolhas de ativos.

“Ainda não estou soando o alarme. Mas, em muitos países, as bolsas de valores estão em um nível alto e preços subiram com força em alguns mercados imobiliários”, disse Shiller à revista alemã Der Spiegel na edição deste domingo. “Isso pode acabar mal”, acrescentou.

“Estou preocupado principalmente com o ‘boom’ do mercado acionário dos EUA, também porque nossa economia ainda está fraca e vulnerável”, disse, acrescentando que os setores financeiro e tecnologia podem estar sendo superestimados.

Ele também apontou os valores “drasticamente” altos de propriedades no Rio de Janeiro e em São Paulo, no Brasil, nos últimos cinco anos. “Lá, me senti um pouco como nos EUA em 2004”, disse, acrescentando que tem ouvido argumentos sobre oportunidades de investimentos e o crescimento da classe média que já havia escutado nos EUA perto do ano 2000.

O colapso do mercado imobiliário dos EUA ajudou a motivar a crise financeira global de 2008 e 2009. “Bolhas são assim. E o mundo ainda está muito vulnerável a uma”, disse. As bolhas são criadas quando investidores não reconhecem que os crescentes preços de ativos se distanciaram de fundamentos econômicos.

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Impasse fiscal nos EUA pode ter fim esta semana

14/10/2013 at 10:22 (*Liberdade e Diversidade) (, , , , )

Líder do Senado dos EUA vê chance para fim de impasse fiscal

14 de Outubro de 2013

Reuters/Terra

As negociações no Senado dos Estados Unidos para acabar com a crise fiscal mostraram sinais de progresso no domingo, mas ainda não há garantias de que a paralisação do governo federal está perto de um fim ou que o default da dívida será evitado.

Christine Lagarde (Foto Reuters-Mike Theiler)A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, advertiu sobre uma “enorme turbulência” à economia global se o limite de endividamento dos EUA, que será atingido na quinta-feira, não for elevado. Essa é a data que o Tesouro americano perde a autoridade para tomar recursos emprestados.

“Estaremos sob o risco de cair, novamente, em recessão”, afirmou Lagarde em entrevista veiculada pelo programa “Meet the Press”, da NBC. O otimismo de sexta-feira de que um acordo seria alcançado no fim de semana desapareceu já no sábado, e as negociações saíram da Câmara dos Deputados para o Senado.

O líder da maioria no Senado, Harry Reid, e o líder dos republicanos na Casa, Mitch McConnell, fizeram uma rodada de negociações classificadas por Reid como “substanciais”. O senador democrata não deu detalhes, mas o comentário alimentou esperanças de que o Congresso conseguirá aprovar um projeto de lei para financiar o governo, que está paralisado desde 1º de outubro, e elevar a capacidade de financiamento.

“Estou otimista sobre as perspectivas para uma conclusão positiva ao tema”, afirmou Reid. Mais cedo no domingo, McConnell emitiu comunicado pedindo que os democratas apoiem uma iniciativa bipartidária para acabar com a paralisação e elevar o teto da dívida.

Estão previstas sessões no Senado e na Câmara nesta segunda-feira, apesar do feriado de Columbus Day. Qualquer acordo no Senado terá de ser votado também pela Câmara dos Deputados, onde a maioria republicana tem sido bastante pressionada pelos conservadores a não fazer concessão ao presidente Barack Obama e ao Partido Democrata.

Fonte: Reuters / Terra. Todos os direitos reservados.

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EUA: Impasse Obama x Congresso continua

03/10/2013 at 10:44 (*Liberdade e Diversidade) (, , , , )

Entenda o impacto da paralisação parcial do governo americano

03 de Outubro de 2013

Reuters/Terra

O governo americano está parcialmente paralisado. Mais de 800 mil servidores estão parados em casa, parques nacionais estão fechados e serviços importantes como a renovação de passaportes estão atrasados.

Crise nos EUA - Zoológico Nacional,Washington - seguranças...

Zoológico Nacional, em Washington – Seguranças conferem identidade de quem entra

O presidente, Barack Obama, disse que “a paralisação terá um forte impacto econômico, de verdade, em gente de verdade”. A empresa de pesquisa IHS estima que a paralisação custe ao país US$ 300 milhões (equivalente a R$ 658 milhões) por dia.

Barack Obama - Paralisação era totalmente evitávelEm 1995, a última vez que o governo “paralisou”, isso custou US$ 1,5 bilhão (R$ 3,2 bilhões) ao país na época. Em valores corrigidos, seriam hoje US$ 2,1 bilhões (R$ 4,6 bilhões). O banco Goldman Sachs estima que uma paralisação de três semanas poderia custar 0,9% do PIB americano neste trimestre.

E em duas semanas, a oposição republicana deve travar uma nova batalha política com os democratas sobre a revisão do teto de endividamento do país – disputa que resultou no impasse sobre orçamento que paralisou o governo.

Temperatura econômica

O mercado parece ter ignorado a paralisação, com os três principais índices americanos abrindo em alta. “Eles vão chegar a um acordo e a gente vai sair dessa”, afirma o corretor Kenny Polcari, da O’Neil Securities, enquanto fala à BBC da Bolsa de Valores de Nova York. “Uma paralisação não é necessariamente um comentário sobre o estado da economia dos Estados Unidos”, diz Polcari.

Mas um lugar já está sentindo os efeitos imediatos da crise – Washington DC. O distrito federal pode perder US$ 220 milhões (R$ 482 milhões) por dia, segundo o professor George Fuller, da Universidade George Mason. Sem trabalhar – e sem receber -, milhares de servidores que vivem na cidade deixarão de gastar no comércio e restaurantes locais. O governo federal é responsável por um terço do PIB da região. “Se for por um dia, é como um dia com neve, se for por três dias é como uma nevasca, mas se é mais que isso, é um grande problema”, diz Fuller.

Metade dos empresários da região ouvida em uma pesquisa da consultoria Business Roundtable indicou que “a falta de acordo sobre o orçamento de 2014 e o (debate em torno do) teto da dívida têm um impacto negativo nos seus planos de contratar mais funcionários para os próximos seis meses”. Bolsas mundo afora certamente terão em breve razão para diminuir o ritmo dos negócios se isso acontecer.

Sem funcionário

Se a paralisação continuar até sexta-feira, a divulgação dos dados de desemprego nos EUA, uma estatística crucial, pode ser postergada. “Todas as pesquisas e outras operações vão cessar e o site não será atualizado”, informou Erica Groshen, chefe do Escritório de Estatísticas do Trabalho.

E a paralisação prolongada também poderá atrasar uma das mais celebradas noticias do mercado financeiro deste ano – a abertura de capital da rede social Twitter. O processo ainda precisa ser aprovado pela SEC (órgão americano equivalente à CVM, Comissão de Valores Mobiliários), que, por ora, continua aberta, só não se sabe até quando.

BBC BRASIL.com – Todos os direitos reservados. (Site Terra).

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Obama não consegue aprovar orçamento

01/10/2013 at 09:39 (*Liberdade e Diversidade) (, , , )

Impasse sobre orçamento bloqueia governo Obama

01/10/2013

BBC Brasil

“Congresso americano | AFP”

Obama - Congresso AmericanoA oposição republicana impôs uma dura derrota ao governo do presidente Barack Obama ao rejeitar sua proposta de orçamento e paralisar parcialmente a administração federal, pela primeira vez em 17 anos, bloqueando o pagamento de funcionários e impedindo repasse de verbas federais.

O impasse durou até a meia-noite de segunda-feira. As negociações duraram até os últimos minutos.

A falta de acordo entre republicanos e democratas é o último capítulo da batalha em torno da reforma da Saúde, uma das bandeiras de campanha de Obama e o alvo preferencial da oposição, que rejeita veementemente o plano.

Com a falta de acordo, todos os serviços não essenciais de caráter federal devem ser suspensos no país. Mais de 700 mil funcionários públicos devem ser mandados para casa por tempo indeterminado.

Parques e museus federais, como a Estátua da Liberdade, devem fechar; aposentados e pessoas que ganham benefícios do governo podem deixar de receber e serviços como emissão de vistos e passaportes serão afetados.

A paralisação do governo, que entra em vigor na primeira hora de terça-feira, ocorre após o Senado ter rejeitado na segunda-feira, por 54 votos a 46, uma proposta de orçamento que havia recebido anteriormente o aval da Câmara dos Representantes (deputados).

O texto votado na Câmara, que tem maioria republicana, e rejeitado pelo Senado, onde a maioria dos legisladores é democrata, aprovava o orçamento desde que a controversa reforma do sistema de saúde só entre em vigor em um ano – com o que os democratas não concordam.

Se não houver acordo para a aprovação do orçamento até a meia-noite (hora local, 23h em Brasília), os serviços essenciais serão paralisados.

Crise da dívida

Parte da lei que contempla a reforma da saúde – apelidada nos Estados Unidos de Obamacare -, aprovada em meio a uma batalha política em 2010 e validada pela Suprema Corte após contestação republicana, deve entrar em vigor na terça-feira.

Obama chegou a fazer um pronunciamento após a votação no Senado, apelando para um acordo e acusando os republicanos de criar uma crise que irá prejudicar a economia. ‘Uma paralisação terá um impacto muito real e imediato sobre as pessoas’, alertou.

Endividamento

A paralisação do governo, porém, não é a única crise que o governo americano enfrenta no momento. Democratas e republicanos também se desentendem a respeito do aumento do limite de empréstimos por parte do governo. O Secretário do Tesouro, Jack Lew, alertou que os Estados Unidos vão atingir o teto da dívida pública no dia 17 de outubro, ficando com a metade do dinheiro necessário para arcar com seus compromissos.

No início deste mês, Lew disse que a menos que o país possa expandir seu limite de crédito, o país terá cerca de US$ 30 bilhões para pagar dívidas, que podem chegar a US$ 60 bilhões. Um eventual fracasso em elevar o teto da dívida pode levar o país a ficar inadimplente, o que, na avaliação de Obama, pode ser mais perigoso do que um eventual fechamento do governo.

Washington enfrentou um impasse similar em 2011. Republicanos e democratas só chegaram a um acordo no dia em que expirava o prazo para decidir sobre o aumento do teto da dívida. Não tivesse sido resolvida, a briga poderia ter levado o país a falhar em honrar com seus compromissos financeiros. Ainda assim, o impasse foi suficiente para que a agência de crédito Standard & Poor rebaixasse pela primeira vez a nota de dívida do país.

BBC Brasil – Todos os direitos reservados. Fonte: MSN Brasil.

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Entrevista: “Somos todos vigiados”

09/09/2013 at 20:50 (*Liberdade e Diversidade) (, , , , )

Jacques Henno: ‘Estamos todos vigiados e fichados’

Jacques Henno - Estamos todos vigiados e fichados

08/09/2013

Eduardo Febbro

À Carta Maior, o pesquisador e especialista das novas tecnologias Jacques Henno analisa os abusos e tendências que se inscrevem em uma nova era marcada pelo nascimento de um lobby entre os militares, a informática, os dados e os arquivos que circulam pela internet. Henno publicou vários livros que anteciparam de maneira detalhada e rigorosa as informações divulgadas por Edward Snowden.

Espionagem americana - Edward Snowden

O resumo da obra é: estamos todos vigiados e fichados. Por Eduardo Febbro, de Paris.

Paris – Antes de se deitar é preciso olhar embaixo da cama, desligar o sinal Wifi e fechar todos os acessos à internet da casa. A última leva de informações sobre a espionagem norte-americana atravessa uma nova fronteira da violação da privacidade.

Espionagem americana - Charge

O jornal The New York Times revelou que Washington corrompeu toda a tecnologia que protege a internet para acentuar a espionagem. Por meio da Agência Nacional de Segurança norte-americana (NSA), os Estados Unidos roubaram chaves de segurança, alteraram programas e computadores e forçaram certas empresas a colaborar com o objetivo de ter acesso a comunicações privadas, tanto dentro como fora do território norte-americano. A NSA não respeitou limite algum: correios eletrônicos, compras na internet, rede VPN, conexões de alta segurança (o famoso SSL), acesso aos serviços de telefonia da Microsoft, Facebook, Yahoo e Google, a lista dos novos territórios de caça é interminável.

Espionagem americana - microsoft,google,face,apple

Segundo o diário norte-americano, a NSA gasta mais de 250 milhões de dólares anuais em um programa chamado Sigint Enabling cuja meta consiste em modificar a composição de certos produtos comerciais – computadores, chips, telefones celulares – para torná-los vulneráveis, ou seja, acessíveis aos ouvidos da NSA. A isto se somam as informações publicadas por Wikileaks sobre 80 empresas privadas que se servem das novas tecnologias para captar (espionar) em tempo real os intercâmbios no Facebook, MSN, Google Talk, etc. Estamos na mais perfeita intempérie tecnológica de maneira permanente sem que a vítima tenha a menor consciência disso. Um crime perfeito.

Em entrevista à Carta Maior, o pesquisador e especialista das novas tecnologias, Jacques Henno, analisa todos estes abusos e tendências que se inscrevem em uma nova era marcada pelo nascimento de um lobby entre os militares, a informática, os dados e os arquivos. Henno publicou vários livros que anteciparam de maneira detalhada e rigorosa as informações divulgadas pelo ex-analista da CIA e da NSA, Edward Snowden: estamos todos vigiados. “Silicon Valley: Prédateurs Vallée?” (Silicon Valley, o vale dos predadores) e “Tous Fichés: l’incroyable projet américain por d’éjouer les atentas terroristes” (Estamos todos arquivados: o incrível projeto americano para evitar os atentados terroristas) exploram com muita lucidez um mundo de espionagem e violação dos direitos que, até algumas semanas, parecia produto de uma imaginação paranoica. As investigações de Jacques Henno demonstraram que não. As revelações de Snowden provaram que o especialista francês tinha razão.

Espionagem american - RobotEstamos descobrindo com uma assombrosa passividade a profundidade da espionagem de que somos alvo por parte dos Estados Unidos.

É preciso lembrar que a informática ao serviço do totalitarismo existe desde os anos 40. Durante a Segunda Guerra Mundial, se os campos de extermínio nazistas foram tão eficazes foi porque os alemães usaram as máquinas IBM que funcionavam com os cartões perfurados para contabilizar todas as pessoas. De modo similar, o Plano Condor que funcionou entre as ditaduras da América Latina para perseguir os opositores foi montado com o suporte de computadores vendidos pelos norte-americanos para as ditaduras da América do Sul. Estes computadores serviam para fichar os opositores.

Quando e como nasceu a espionagem moderna tal como está se revelando hoje?

Tudo isso nasce com um programa chamado TIA, Total Information Awareness. Após os atentados de 11 de setembro de 2011, os norte-americanos trataram de encontrar tecnologias capazes de prevenir este tipo de atentados. Rapidamente se deram conta de que tinham nas mãos todas as informações necessárias. Por exemplo, os terroristas que cometeram os atentados do 11 de setembro tinham sido identificados antes, quando andaram de avião, ou quando dois deles se escreveram em escolas de pilotagem de aviões. Tinham até fotos deles sacando dinheiro de um caixa automático.

Espionagem no Brasil

No entanto, o que faltava era a metodologia para unir todos esses arquivos e informações. Neste processo, entraram em ação empresas que foram ao governo norte-americano dizer: “nós trabalhamos com arquivos e podemos ajudá-los a prevenir atentados. Assim nasceu o sistema de vigilância completa, Total Information Awareness, ITA, capaz de criar arquivos sobre qualquer pessoa no mundo, sobre todos os habitantes do planeta, a fim de ter um máximo de informações sobre cada pessoa e, assim, descobrir sinais de preparação de atentados terroristas.

A Acxiom, por exemplo, é uma destas empresas. Ela é totalmente desconhecida para o grande público, mas é uma das empresas que detém o maior de arquivos sobre os consumidores do mundo. A cada ano, realiza pesquisas sobre a comida que damos aos gatos, o tipo de papel higiênico que utilizamos ou os livros que lemos. Na França, a Comissão Nacional de Informática e Liberdades (CNIL) se opôs várias vezes às pesquisas da Acxiom.

Essa tecnologia deu lugar ao nascimento de uma espécie de mega-sistema de cálculo matemático que cria perfis segundo uma série aparentemente racional de informações.

Exatamente. Por exemplo, logo depois dos atentados em Londres se descobriu que os terroristas preparavam os atentados comprando antes refrigeradores de grande capacidade para armazenar os explosivos. Com base nisso, agora, quem compra congeladores de grande capacidade torna-se suspeito e, por conseguinte, é fichado e vigiado. O mesmo ocorre com os aviões. Se alguém embarca em um avião rumo aos Estados Unidos e viaja pela primeira vez em classe executiva ou primeira classe também passa a ser vigiado. Os assentos de primeira classe são muito controlados porque estão mais perto da cabine dos pilotos. Então, se alguém compra uma passagem nesta classe e, segundo o resumo dos gastos do cartão de crédito, essa pessoa não tem os meios para pagar um bilhete a esse preço, automaticamente estará sob vigilância.

Em resumo, os norte-americanos exploram todas as informações que obtém de uma pessoa. Eles são, ao mesmo tempo, paranoicos e amantes da tecnologia. Paranoicos porque há muito tempo vivem armados. E amantes da tecnologia porque, cada vez que há um problema tratam de encontrar uma solução técnica e não forçosamente social ou econômica.

O curioso é que boa parte desses dados utilizados pela NSA foram entregues voluntariamente pelos usuários.

Claro. Quando nos inscrevemos no portal de uma empresa norte-americana, Yahoo, Microsoft, Google ou outras, não lemos até o final as condições de utilização. No entanto, se prestarmos atenção veremos que ali é dito textualmente: “autorizo o armazenamento destas informações no território norte-americano”. Agora, se os dados que confiamos a Yahoo, Microsoft, Amazon, Facebook ou Google estão armazenados no território norte-americano, eles estão regidos pelo direito norte-americano. A lei votada depois dos atentados de 11 de setembro, o Patriot Act, permite a qualquer governo norte-americano requisitar os arquivos e dados que julgar necessários. Os dados que entregamos a essas empresas vão parar na NSA.

Espionagem americana - Campus da NSA americana em Fort Meade,Maryland

Há uma mudança fundamental na regra da constituição dos lobbies que atuam nos Estados Unidos. O lobby da defesa mudou de perfil com as tecnologias da informação.

Sim. Antes se falava de um lobby militar-industrial. Havia, de fato, uma conjunção entre a indústria e os militares. Agora não. O lobby atual é entre os especialistas nestes arquivos, os técnicos em informática e os militares. Não somos conscientes da quantidade de informações privadas que fornecemos a cada dia aos operadores privados da internet. Por exemplo, no Facebook se publicam a cada dia 350 milhões de fotos. Ao cabo de dez dias, há 3,5 bilhões de fotos, e em cem dias 35 bilhões. O Facebook é hoje a maior base de imagens do mundo. É uma incrível quantidade de informações que fornecemos. O Google, por exemplo, é capaz de prevenir a epidemia de gripes no mundo só calculando a quantidade de pessoas que, em um determinado lugar, busca informação sobre os sintomas da gripe e como curá-la. Além disso, os custos desta tecnologia, de armazenamento, memória ou microprocessadores, são cada vez mais baixos. A NSA é perfeitamente capaz de armazenar todas essas informações e analisá-las com programas especializados, incluindo os e-mails que enviamos e recebemos.

Como você demonstra em seu livro “Sillicon Valle, vale dos predadores?”, tanto a espionagem como o dinheiro que Google ou Facebook ganham na internet provém de nossa…digamos, inocência.

O Vale do Silício é o vale do Big Data. Empresas como Google ou Facebook vivem dos dados que nós fornecemos. Com eles, tratam de saber quais são nossos centros de interesse e, a partir daí, nos enviam publicidades que correspondem a nosso perfil. Um portal como o Facebook vive da publicidade e fará todo o possível para saber mais coisas sobre nós e nossos amigos, para incitar-nos a publicar mais e mais coisas sobre nós. Uma vez obtidos esses dados, o que fazem é materializar essas informações sob a forma de publicidades. A essas empresas só interessam nossos dados, nossas informações, querem ampliar o campo da vida privada. Na verdade, não querem que o que dizemos pertença ao campo da vida privada, mas sim ao da vida pública.

Face Pavlov Poke

O Facebook é capaz de identificar e classificar as pessoas em função de suas preferências por determinadas práticas sexuais ou por certas drogas. Isso é muito perigoso porque, em alguns países, há práticas sexuais que estão proibidas. Por conseguinte, a esses regimes políticos basta ir ao Facebook, fazer uma busca por idade, diplomas, zonas geográficas e práticas sexuais para encontrar as pessoas que queiram. Qualquer regime político tem acesso a todas essas informações. Em resumo, assistimos a um fichamento sexual, ideológico, político e religioso.

A Europa, neste terreno, é um mero aliado sem influência, um cliente menor. O que ocorreu com os europeus que ficaram dormindo, sem capacidade tecnológica alguma?

O império norte-americano utiliza as rotas da informação para captar as informações a fim de garantir sua segurança e, também, para a espionagem econômica ou industrial. E nós, como europeus, estamos na periferia do império norte-americano e, além disso, enviamos informações para ele. Fomos incapazes de criar o equivalente do Google, Facebook ou Apple para conservar essas informações na Europa. Todas as informações que os europeus produzem transitam pelos Estados Unidos. O império norte-americano controla 80% de tudo o que passa através da internet no mundo. Imagine! O Google conta com mais de um bilhão de usuários no mundo. E toda a informação produzida por esse bilhão de usuários passa pelos Estados Unidos. No plano militar ocorre o mesmo. Quando a França lançou a ofensiva contra os militantes islâmicos radicais em Mali teve que pedir respaldo norte-americano. Os Estados Unidos forneceram a França informação, radares e drones. Os exércitos da Europa dependem hoje das informações fornecidas pelos Estados Unidos. Os únicos que conseguiram desenvolver algumas tecnologias próprias são os chineses.

Fonte: Carta Maior

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Dilma cancela viagem de equipe aos EUA

05/09/2013 at 12:08 (*Liberdade e Diversidade) (, , , , , )

Dilma cancela viagem de equipe...Dilma cancela viagem de equipe responsável por preparar visita aos EUA

05 de Setembro de 2013

Gustavo Gantois – Direto de Brasília

A presidente Dilma Rousseff cancelou nesta quinta-feira o envio da equipe que embarcaria no próximo sábado para Washington, nos Estados Unidos, com objetivo de preparar sua visita ao país em outubro.

A informação foi dada pela secretaria de comunicação do Palácio do Planalto, que não confirmou o motivo do cancelamento e nem se a viagem da presidente também estaria ameaçada.

A equipe precursora, formada por agentes de segurança, diplomatas e cerimonial da Presidência, faz o primeiro reconhecimento para a visita, analisando questões de logística, hospedagem, transporte, rotas e instalações em geral, além da agenda prevista e dos acordos que podem ser assinados.

Desde a revelação no último domingo de que Dilma e seus principais assessores teriam sido espionados pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, a presidente tem mostrado irritação com o governo Obama. Nos bastidores, Dilma tem condicionado sua visita de Estado a Washington, prevista para o dia 23 de outubro, a um pedido de desculpas público por parte dos americanos.

A secretaria de comunicação da Presidência confirmou ainda que Obama e Dilma devem ter um encontro informal em paralelo ao encontro de cúpula do G20, em São Petersburgo, na Rússia. De acordo com assessores, o presidente americano deve explicar o sistema de monitoramento utilizado pela NSA, mas ainda é uma incógnita se algum pedido de desculpas será feito por Obama.

Na última segunda-feira, o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, foi chamado pelo ministro Luiz Alberto Figueiredo, das Relações Exteriores, para dar explicações sobre as denúncias. Figueiredo afirmou, após a conversa com Shannon, que o Brasil espera até o fim desta semana uma resposta por escrito com as explicações do governo americano. Até o momento, segundo o Itamaraty, a resposta não foi dada.

Nesta quinta-feira, o jornalista americano Glenn Greenwald, autor de reportagens sobre o sistema de espionagem montado pelo governo americano, publicou em seu perfil no Twitter que novas revelações devem ser feitas no próximo domingo.

Monitoramento

Reportagem veiculada no último domingo pelo programa Fantástico, da TV Globo, afirma que documentos que fariam parte de uma apresentação interna da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos mostram a presidente Dilma Rousseff e seus assessores como alvos de espionagem.

De acordo com a reportagem, entre os documentos está uma apresentação chamada “filtragem inteligente de dados: estudo de caso México e Brasil”. Nela, aparecem o nome da presidente do Brasil e do presidente do México, Enrique Peña Nieto, então candidato à presidência daquele país quando o relatório foi produzido.

O nome de Dilma, de acordo com a reportagem, está, por exemplo, em um desenho que mostraria sua comunicação com assessores. Os nomes deles, no entanto, estão apagados. O documento cita programas que podem rastrear e-mails, acesso a páginas na internet, ligações telefônicas e o IP (código de identificação do computador utilizado), mas não há exemplos de mensagens ou ligações.
Fonte: Terra/Reuters

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