Chuva chega com vendaval e granizo para várias cidades de MS e ameniza calor

17/10/2014 at 21:46 (*Liberdade e Diversidade)

1407496228 (1)Finalmente, a chuva cai em Campo Grande,MS (Foto: Luis Alberto)

17/10/2014

Juliana Rezende / Midiamax News

A chuva que cai nesta sexta-feira (17), em Campo Grande, e nas cidades do interior de Mato Grosso do Sul veio antes do esperado e chegou acompanhada de ventania. Leitores do Mídiamax registraram e enviaram para o jornal um vídeo da chuva de granizo na cidade de Rio Verde.

Segundo informações da meteorologista Catia Braga, do Cemtec-MS (Centro de Monitoramento do Tempo, Clima e dos Recursos Hídricos) a última vez que choveu na Capital foi no dia 1º de outubro, quando o volume registrado foi de 1,3 milímetros.

Conforme a previsão do tempo, poderia chover no Estado depois do dia 20 de outubro e até lá a população teria que suportar as altas temperaturas.

Além do calor, a baixa umidade relativa do ar também incomodava. A primavera calorosa fez com que os termômetros atingissem mais de 40ºC. No município de Três Lagoas a máxima chegou aos 46ºC e em Maracaju 42°C.

No domingo a chegada de frente fria no sul do Estado pode trazer mais chuva à noite na região e em Campo Grande. Mesmo assim a temperatura permanecerá elevada. O calor deve diminuir significativamente segunda-feira nas regiões Sul e Central e terça-feira no Norte.

*Texto editado às 18h50 do dia 17/10/2014

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Comentário do blog: Ufa, até que enfim!

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Campo Grande, MS, registra primeiro caso de febre chikungunya de Mato Grosso do Sul

17/10/2014 at 18:44 (*Liberdade e Diversidade)

20141016195321993502eA febre chikungunya e o seu agente transmissor – o mosquito Aedes

17/10/2014

Evelin Araujo / Midiamax News

Um homem de 34 anos internado desde o dia 23 de setembro recebeu na tarde desta sexta-feira (17) a confirmação de que está com febre chikungunya, uma doença parecida com a dengue e transmitida pelo mesmo mosquito. Ele é morador de Campo Grande e está em tratamento em uma clínica particular da cidade. Este é o primeiro caso confirmado da doença em Mato Grosso do Sul.

Anteriormente, duas pessoas estavam sob suspeita, mas os casos foram descartados após exames. O paciente passa bem e está em tratamento. Ele não teria viajado nos últimos dias e pode ter sido infectado aqui mesmo na Capital.

Desde a semana passada, o Ministério da Saúde passou a adotar critérios clínicos para a confirmação da doença em locais onde foram confirmados por exames os primeiros casos no Brasil.

Até o dia 11 de outubro, 337 casos de febre chikungunya foram confirmados no Brasil. Dos casos, 299 foram transmitidos dentro do país, sendo 274 em Feira de Santana (BA), 17 em Oiapoque (AP), sete em Riachão do Jacuípe (BA) e um em Matozinhos (MG).

Antes da confirmação das primeiras transmissões no Brasil, na primeira quinzena de setembro, haviam sido registrados 38 casos da doença em pessoas que tinham sido contaminadas em outros países, como República Dominicana, Haiti, Venezuela e Guiana Francesa.

Em cidades com alto índice da doença serão considerados os sintomas como febre, dores no corpo de cabeça, e se outras pessoas contraíram a doença nas redondezas.

Assim como a dengue, a febre chikungunya é transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, mas só tem um sorotipo, ou seja, cada pessoa só pega a doença uma vez. Os sintomas também são os mesmos da dengue: dor de cabeça, febre, dores musculares e nas articulações e podem durar de três a dez dias.

A doença apresenta praticamente os mesmos sintomas da dengue, mas com maior intensidade, e o paciente costuma ser tratado em casa. O tratamento consiste no alívio dos sintomas com Paracetamol, hidratação e repouso.

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*Comentário do blog: Isso antes das chuvas – imaginem depois que elas chegarem!

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Charge do Miguel: E os debates continuam…

17/10/2014 at 16:48 (*Liberdade e Diversidade)

Charge do Miguel hoje no Jornal do Commercio - Recife,PECharge do Miguel no Jornal do Commercio do Recife hoje (17/10) – Supra!

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Os batuques da senzala e o medo na casa grande (Leitura da tarde)

17/10/2014 at 16:26 (*Liberdade e Diversidade)

Casa Grande e Senzala

fonteles12205Paulo Fonteles Filho *

Do Portal Vermelho

Um odioso cerco se abate contra as mudanças no Brasil. Tal assédio, sempre estimulado pelos latifundiários da mídia hegemônica, procura, como em 1964, criar um ambiente de medo como base numa provável ‘cubanização’ do país; além, é claro, do mofado discurso de que somos governados por gangsteres comunistas, corruptos e malfeitores da pior espécie.

Editorialistas da estirpe mais reacionária se reúnem, ao redor de fantasmagóricas figuras como Olavo de Carvalho, Jair Bolsonaro, Silas Malafaia, Lobão, Ronaldo Caiado e Marcos Feliciano, para que, como numa esquizofrênica cruzada salvacionista, pavimentar a eleição de seu candidato, Aécio Neves.

Os instrumentos, para tal intento, se baseiam na lavagem cerebral do noticiário dos jornalões e em seu subproduto mais perigoso: o ódio contra tudo que for popular, progressista e, em última instância, brasileiro.

Nessa conjuntura, a principal organização política da direita brasileira, a Rede Globo, porta-voz e apoiadora de tudo aquilo que é antinacional, truculento e reacionário no país tupiniquim nos últimos 50 anos, precisa ser duramente combatida.

Se assim não o fizermos, poderemos ver um importante ciclo político e democrático – iniciado por Lula e continuado por Dilma – ser derrotado pelas mesmas penas e baionetas que apearam João Goulart do poder presidencial e instalaram, por mais de vinte anos, um regime medularmente corrupto, de terror, com censura, demissões em massa, torturas, mortes e desaparecimentos forçados.

O que essa gente quer senão decretar o fim de toda uma experiência histórica?

O diapasão do tempo, nossos últimos 30 anos, ensejaram lutas memoráveis que uniram o país, desde as “Diretas Já!” – memorável contenda pela redemocratização do Brasil – até os dias atuais, onde o país está mais independente e têm opinião própria, sempre de acordo com seus interesses, onde a fome e o desemprego são duramente enfrentados porque, dentre outras medidas, deixamos de ser lacaios dos interesses dos grandes impérios mundiais, em especial o estadunidense.

E esse tempo foi um tempo, sobretudo, de acumulação de forças. Soma-se a esse esforço o fato de que essa gente, hoje aecista, quebrou o país e nos deixou o legado da insolvência.

Acumulamos força porque conseguimos, depois de muitas derrotas, ganhar o imaginário dos brasileiros para um projeto mudancista, distante da premissa ultraliberal, de privatizações, desemprego e arrocho contra os trabalhadores, que marcaram os anos regressivos de Fernando Henrique Cardoso.

Não se mata uma ideia. A grande fixação dos direitistas é sempre matar uma ideia. Toda ideia é subversiva para um recalcitrante. Tudo que é diferente dá trabalho. Tudo que é mestiço é anticolonial. Tudo que é popular é ignorante, aliás, não foi esse o recado do mais emplumado dos tucanos, Fernando Henrique Cardoso?

Definitivamente não se mata uma ideia, mas a velhacaria um dia desaparece, aliás, apodrece.

E o latifúndio da mídia é a estrutura da sociedade brasileira que mais nos remete ao obscurantismo, porque, dentre outras, destila na consciência social o barbarismo onde tudo se resolve com linchamentos públicos e a redução da maioridade penal. Porque, sabemos, é melhor construir presídios a escolas.

O enfrentamento a esses barões, principalmente os da Vênus Platinada, é uma tarefa que se impõe nesta e nas futuras batalhas pela consciência e pelo poder político no Brasil.

A questão central, para eles, é que o povo não pode ter direito e futuro. Tolstói sempre haverá de nos ensinar com sua célebre passagem que “os ricos fazem tudo pelos pobres, menos descer de suas costas”.

Acontece que essa gente, mais tucana é impossível, não estava acostumada a ver pessoas do povo vivendo com o mínimo de dignidade, porque, afinal, só são dignos os nascidos nas meritocratas famílias tradicionais, não é verdade?

Dinheiro público apenas para as pançudas barrigas acostumadas a Miami, nunca para quem nasceu nas ribeiras amazônicas ou no sertão piauiense, não é verdade?

Universidades para o povo? Nunca. Para que, se eles têm Harvard para aprender a sociologia branca estadunidense e jamais para compreender as grandes deformações da sociedade brasileira e, com isso, engendrar políticas públicas capazes de emancipar milhões da pobreza no sentido de assegurar a prosperidade material e espiritual do conjunto do povo brasileiro e, assim, alimentar nossas vidas de humanidade e felicidades.

O problema dessa turma é o povo e, concomitantemente, quem representa e organiza o povo para enfrentar os desafios do futuro. Por isso é que o Lula e a Dilma são tão odiados pelos ricaços e os nortistas e nordestinos ganharam o nefasto “posto” – na verborragia de FHC – de ignorantes ou desinformados.

Para eles as massas devem estar em silêncio, desorganizadas, desunidas, dependentes de políticos desonestos.

O próprio jornal que eles escrevem pode ser perigoso porque, por eles, só a casta deveria ler como na Idade Média. E, como tal, preparam enormes fogueiras.

O perigo da façanha deste clubinho seleto é o de estar pavimentando a liquidação do Estado Democrático de Direito.

Conheço há muito esta ladainha e não posso calar-me.

Aliás, onde estavam os redatores dos editoriais da Rede Globo quando a tortura era oficializada no gabinete da Presidência da Republica? Decerto comungavam, como inimigos das liberdades públicas, da mercurial frase que condenou uma geração aos porões na edição do AI-5: “Às favas os escrúpulos da consciência”.

Falo isso porque nasci na prisão, sei bem da história.

Quem dá guarida ao ódio ceva infames ideólogos das quarteladas, das noites de medo e do pau-de-arara. Para levar a cabo o que pensam eles dizem ter pavor e devem mesmo ver ou escutar fantasmas, talvez pelos gritos daqueles que foram torturados e desapareceram, seja nas matas do Araguaia ou na Barão de Mesquita.

Limito-me a dizer que estes editorialistas são os sanguinários da palavra, espécimes de pensadores muito em voga em tempos onde assistimos, na vida nacional, a ascensão daqueles que sempre foram humilhados, seja pelo abandono, seja pela fome ou o preconceito.

Poderiam, pelo menos, ter uma pena mais elegante e mirar-se em Paulo Francis. Poderiam, pelo menos, utilizarem-se da linguagem subliminar e apetrecharem-se da discrição. Mas não, são afoitos.

Às vezes percebo que é por puro desespero, afinal, o governo atual, da Presidenta Dilma, pode avançar para finalmente não lhes servir mais. Assim se coloca na ordem do dia a democratização dos meios de comunicação e o fim do reinado dos Marinhos e Civitas.

O que eles querem é a inquisição. Para isso se apetrecham do lacerdismo como fonte inspiradora e repetindo o passado anseiam sugerir o futuro. Perigoso, não?

O problema dos sanguinários da palavra é que eles infundem de convicção outros sanguinários. Falo isto porque certa vez, meu pai, num pronunciamento na Assembleia Legislativa do Pará, nos longínquos anos oitenta, afirmou que “preferia perder a própria vida que a identidade”.

Depreendi desta lição que há dois tipos de morte, a moral e a física. O que os editorialistas pretendem é, certamente, encorajar um desastre que pode ensejar isso sim, um sério dano para a nossa vida democrática.

Essa contenda têm dimensões históricas e se projeta no leito caudaloso na brutal, porém extraordinária formação social do povo brasileiro, como nos ensinou Darcy Ribeiro. Alguns, mesmo na esquerda, creem que tudo é tragédia e não é. O povo brasileiro venceu a preagem indígena, os navios negreiros, até os brancos aqui, os iniciais, eram degredados.

E tudo foi se gestando de tal forma que somos diferentes de tudo que há no mundo, um povo novo, uno, e nossa unidade foi fazer com que esse imenso território, essas florestas pulmonares, estes rios que se perdem na paisagem, os litorais do sem-fim, as multitudinárias esperanças, nossos bichos, enfim, tudo desta civilização brasileira é obra da nossa capacidade criativa de resistir através dos séculos.

Para os convivas da casa grande nada mais ameaçador que os batuques da senzala.

O povo brasileiro é obra de um milagre que a elite jamais entenderá, por isso que devemos travar o bom combate, quem não entende, quem não desvenda, domina por certo tempo, mas não domina por todo o sempre.

Aqui termino com a convicção de que vivemos numa batalha de dimensões históricas e a eleição de Dilma, passa, sobretudo, pela capacidade e ousadia de enfrentar aqueles que ainda se julgam donos das mentalidades e das almas do povo brasileiro.

Vencer a Rede Globo, elegendo Dilma, será nosso passaporte para manhãs ensolaradas e colocará, em definitivo, o Brasil no rumo do progresso e da prosperidade social.

* Pesquisador da Guerrilha do Araguaia

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Marina abandona coque em evento com PSDB; Aécio elogia

17/10/2014 at 15:43 (*Liberdade e Diversidade)

Marina 1

Penteado que a acompanha ao longo de toda sua carreira política foi uma de suas marcas registradas no primeiro turno

Foto: Reprodução

Ex-senadora disse ter mudado o visual apenas por estar gripada e não poder prender os cabelos. “Está muito bonito”, disse o candidato tucano

17 de outubro de 2014

Terra

Elisa Feres e Thiago Tufano / Direto de São Paulo

Marina Silva (PSB) participou, nesta sexta-feira, de seu primeiro encontro público oficial com Aécio Neves (PSDB) desde que formalizou apoio à sua campanha presidencial. Mostrando mais uma vez que gosta de mudanças, a ex-senadora surpreendeu o público já ao aparecer no local sem seu tradicional coque. Assim que pisou na sala, os flashes começaram a disparar.

O encontro aconteceu durante a manhã no Espaço do Bosque, na Lapa de Baixo, em São Paulo, onde ela havia realizado diversos eventos no primeiro turno do processo eleitoral. As transformações não ficaram apenas nos cabelos: adotando jeans no lugar das calças de tecidos mais leves que costuma usar, Marina também estava com um tom mais formal. O que “restou” de seu visual étnico foi um acessório usado em volta do pescoço.

“Vocês sabem que eu fiquei a semana inteira gripada e, obviamente, uma pessoa gripada não pode prender o cabelo molhado”, explicou ao receber uma enxurrada de perguntas dos jornalistas sobre seu visual. “Está muito bonito, Marina”, elogiou Aécio.

O coque, que a acompanha ao longo de toda sua carreira política, foi uma das marcas registradas da candidata no primeiro turno. Depois de brincadeiras realizadas em relação à sua aparência, ela entrou na onda dos internautas com uma campanha estimulada por sua equipe de marketing, que pediu, nas redes sociais, para as pessoas compartilharem fotos usando coque como forma de apoiá-la.

Mais elogios

Os elogios de Aécio a Marina não ficaram restritos apenas aos cabelos da ex-senadora. O candidato tucano fez questão de ressaltar a importância do apoio de Marina à sua campanha. Diferente do que aconteceu durante o primeiro turno, quando os dois candidatos trocaram diversas ofensas e acusações, hoje Aécio chamou Marina de “amiga” logo na abertura de seu discurso.

“Queria agradecer a minha amiga, a grande brasileira Marina Silva. Aqui estamos todos juntos e misturados e digo sem qualquer receio que esse é, para mim, o momento mais importante dessa caminhada. Hoje não estamos apenas consolidando uma aliança entre candidatos, entre partidos. Hoje estamos nos somando em torno de um movimento a favor do Brasil”, afirmou o tucano. “A Marina presente aqui hoje traz um simbolismo muito grande. Vejo, através do abraço e do beijo, do carinho que recebi dela, o beijo e o abraço carinhoso de milhões de brasileiros que querem mudar o País. São esses brasileiros que represento a partir de agora”, completou.

Aécio Neves continuou agradecendo o apoio de Marina, que teve pouco mais de 21% dos votos no primeiro turno e falou que o gesto da ex-candidata simboliza o patriotismo e a generosidade de muitos brasileiros.

“As contribuições que recebi das propostas de Marina foram essenciais para que o foco permanecesse o mesmo. Marina não apoia um candidato, apoia um projeto, que não é do meu partido ou dos meus aliados. É um projeto dela e de todos os brasileiros. Esse é nosso ponto de convergência. Um Brasil diferente, solidário, generoso. Agradeço em meu nome, em nome da minha família e em nome de milhões de brasileiros esse seu gesto de brasilidade, de patriotismo ao me ajudar não apenas a vencer as eleições, mas a construir um projeto que faça valer a pena”, disse.

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Aécio beija a mão de Marina Silva em São Paulo

Foto: André Lucas Almeida / Futura Press

Mas os elogios não ficaram apenas restritos a Aécio. Marina Silva fez questão de falar bem do tucano e agradecer às palavras do candidato do PSDB. “Quero cumprimentar de um modo especial o candidato à presidência da República pela forma generosa a que se refere a mim”, disse.

Marina chegou até a comparar Aécio ao ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva, que assumiu o governo em 2003, sucedendo oito anos do tucano Fernando Henrique Cardoso. A ex-senadora afirmou que Aécio hoje representa o que Lula representava há 12 anos.

“A sua atitude de apresentar 12 anos depois uma carta compromisso aos brasileiros de que vai recuperar os fundamentos da política macroeconômica, com o compromisso que vai manter as políticas sociais. Há 12 anos o presidente Lula apresentou uma carta compromisso aos brasileiros dizendo que naquele momento em que a sociedade igualmente queria alternância de poder, queria mudança, mas que iria tratar o Plano Real como uma conquista. 12 anos depois você faz o mesmo gesto. Diz que vai recuperar o que se perdeu no atual governo, que é a estabilidade econômica e diz que vai manter as políticas sociais ampliadas e aperfeiçoadas durante o governo do presidente Lula”, lembrou Marina.

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DATAmax: nos votos válidos, Reinaldo tem 12 pontos percentuais de vantagem sobre Delcídio

17/10/2014 at 15:12 (*Liberdade e Diversidade)

Datamax

17/10/2014

Waldemar Gonçalves

Levantamento feito pelo DATAmax, o primeiro neste segundo turno, revela que o candidato do PSDB ao governo de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, lidera as intenções de voto com 12 pontos percentuais de vantagem em relação a Delcídio do Amaral (PT).

Considerando apenas os votos válidos, Reinaldo tem 56,06% da preferência do eleitorado. Delcídio soma 43,94%.

No resultado geral, ou seja, levando-se em conta os percentuais de brancos, nulos, de quem disse não saber em quem vai votar ou não vai votar em nenhum dos dois candidatos, a vantagem de Reinaldo sobre Delcídio é de 11 pontos percentuais.

Neste caso, o tucano chega a 51,25% das intenções de voto, enquanto o petista registra 40,17%. Há ainda 4,42% de entrevistados afirmando que não vai votar, que votará em branco ou anulará, e mais 4,17% de eleitores que se disseram indecisos ou não responderam à consulta.

Para este levantamento, o DATAmax ouviu 1,2 mil pessoas entre os dias 12 e 16 de outubro. O nível de confiança estimado é de 95% e a margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número MS-00066/2014.

Os números apurados pelo DATAmax apontam virada de Reinaldo sobre Delcídio. No primeiro turno, o petista venceu o tucano com uma diferença de 50,5 mil votos, o que em percentuais significam 42,92% contra 39,09%.

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Revoada tucana à direita (Leitura do almoço)

17/10/2014 at 12:47 (*Liberdade e Diversidade, Hermano de Melo)

Revoada tucana

Hermano de Melo 2Hermano de Melo*

Embora ainda não seja possível estabelecer um prognóstico definitivo sobre o que vai ocorrer no próximo dia 26 de outubro na disputa do segundo turno entre Dilma e Aécio nas eleições presidenciais, pode-se ter uma boa ideia sobre isso a partir da leitura do noticiário político na imprensa tupiniquim. Neste caso, tanto em nível local (MS) quanto nacional, parece haver sinais evidentes de que haverá uma forte guinada para a direita ao final do processo político brasileiro deste ano.

Assim, exceto talvez por algumas escaramuças importantes do PT e outros partidos de esquerda em alguns estados brasileiros no primeiro turno, como no Maranhão com a vitória de Flávio Dino (PCdoB), no Piauí, com Wellington Dias (PT), em Belo Horizonte (MG), com Fernando Pimentel (PT), na Bahia, com Rui Costa (PT) (talvez vitória pessoal do governador Jacques Wagner), e outros ainda pendentes de segundo turno, como aqui no MS, com Delcídio do Amaral (PT) e Reinaldo Azambuja (PSDB) – embora ainda com chances para o petista, os demais sinalizaram claramente em direção a candidatos conservadores.

No mais, especialmente os resultados de São Paulo, onde Alckmin e Serra foram campeões de votos, de Pernambuco onde o herdeiro de Eduardo Campos – Paulo Câmara (PSB) – ganhou de disparada, e no Rio Grande do Sul, onde o governador Tarso Genro (PT) conseguiu pelo menos levar as eleições para o segundo turno contra o deputado José Ivo Sartori (PMDB), os demais apontam na direção de uma grande revoada tucana de direita no espectro político nacional.

Mas, afinal de contas, qual o motivo de tamanha revoada em busca de novos horizontes à direita do espectro político nacional? A resposta pode estar naquilo que se chama de “cansaço de estrutura” na construção civil, ou seja, com o passar do tempo, mesmo vergalhões de aço tendem a apresentar trincas, dobras, rigidez excessiva, etc., em decorrência da ação do tempo, ou ainda por não suportar o peso excessivo que se coloca sobre ele.

Assim são também os partidos políticos e os políticos. Eles dão demonstrações de cansaço após vários anos no poder ou ao lado dele. Não se oxigenam mais, tornam-se obsoletos – todo mundo pensando da mesma forma e igual! Encaixam-se, neste caso, partidos políticos como o PT e o PMDB (este último, fisiológico por excelência!) e, claro, o PSDB, que poderá assumir em seguida com Aécio Neves e companhia (agora com o reforço de Marina Silva e da Rede Solidariedade). O resultado é a falta de confiança do eleitorado e a busca de saída em outros partidos que mais cedo ou mais tarde correm o risco de mostrar também a sua face mais fisiológica e indesejável.

Daí a importância da reforma política que deverá acontecer após as eleições deste ano, qualquer que seja o novo presidente da república federativa do Brasil a assumir: Aécio ou Dilma. É preciso criar mecanismos que impeçam a fossilização dos partidos e dos políticos nacionais, tarefa importante no sentido de prevenir retrocessos políticos indesejáveis nos moldes preconizados pelos deputados Jair Bolsonaro (PP) ou Marco Feliciano (PSC), por exemplo.

*Jornalista e Professor

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Revoada tucana e campanha petista no MS

17/10/2014 at 12:10 (*Liberdade e Diversidade)

vitrine-delcidio-x-reinaldo1Campanha de Reinaldo Azambuja (PSDB) à esquerda e de Delcídio do Amaral (PT) à direita. Afinal, quem representa quem?

* Comentário do blog: Como entender uma campanha como a de Mato Grosso do Sul, onde o “velho” é o “novo” e o “novo” é o “velho”? Quem, de fato, simboliza a mudança política no Estado: o “novo” ou o “velho”? Breve saberemos…

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Brasil: Meteorito ilumina os céus no Recife

17/10/2014 at 11:13 (*Liberdade e Diversidade)

MeteoritoRecifeOUT2014Meteorito caiu na noite passada em Recife, PE

Sexta-feira, 17 de Outubro de 2014

Diário Digital / Lusa

Os moradores locais acorreram às redes sociais para manifestarem o seu espanto e, em alguns casos, o seu pavor.

Citado na imprensa internacional, um utilizador do Facebook escreveu «Uma bola de fogo despedaçou-se ao cair». «O clarão durou uns cinco segundos com luz intensa (…)». «Foi lindíssimo».

Os utilizadores do Twitter comentam que o clarão foi visto noutras partes do país incluindo Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte.

Peritos citados pela imprensa britânica explicam que o meteorito faz parte de uma «chuva» proveniente da Constelação de Orion, causada pelos detritos no rasto do cometa Halley, que passa perto da Terra a cada 76 anos.

Consulte as imagens de vídeo-amador:

http://rd3.videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/66BoLzKS3fnd8OGPCJZz/mov/1

Leia outras relacionadas:

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Ministra Ideli Salvati visita Campo Grande,Ms, para reforçar campanha de Delcídio

17/10/2014 at 10:44 (*Liberdade e Diversidade)

Ideli SalvatiA ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Ideli Salvati (PT) esteve ontem (16) em Campo Grande,MS, onde se reuniu com a coordenação da campanha petista do candidato ao governo do Estado, Delcídio do Amaral.

Delcidio

A ministra, que também é coordenadora da campanha da presidente Dilma à reeleição, veio ao Estado “engrossar o apoio do governo federal à eleição do petista. O candidato Delcídio não participou do encontro por estar cumprindo compromissos de campanha na região do Vale do Ivinhema.

Ver reportagem completa de Amanda Leal no jornal “O Estado MS” de hoje (17).

http://www.oestadoms.com.br

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