Pesquisa Ibope indica que haverá segundo turno em MS

04/10/2014 at 22:35 (*Liberdade e Diversidade)

delcidio-e-azambuja1Dados apontam que Delcídio tem 44%, seguido de Azambuja com 38%

4 de Outubro de 2014

CORREIO DO ESTADO / DA REDAÇÃO

Pesquisa Ibope, encomendada pela TV Morena e divulgada neste sábado (4), aponta que haverá segundo turno em Mato Grosso do Sul.

Dados da intenção de votos válidos indicam que o senador Delcídio do Amaral (PT) tem 44%, seguido do deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB), que está com 38%. Desta forma, a decisão ficaria para o segundo turno, uma vez que, para vencer neste domingo (5), o petista precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Em terceiro lugar aparece Nelsinho Trad (PMDB) com 15%, seguido de Evander Vendramini (PP) com 1%, Professor Monje (PSTU) com 1% e Professor Sidney Melo (PSOL), também com 1%.

Os votos brancos, nulos e os eleitores que se declararam indecisos foram excluídos da amostra.

A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 4 de outubro, período em que foram ouvidos 812 eleitores. A margem de erro é de três pontos, para mais ou para menos.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número MS-00057/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-01027/2014.

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Datafolha: Aécio ultrapassa Marina a um dia da eleição

04/10/2014 at 22:13 (*Liberdade e Diversidade)

dilma,aécio,marina

04 de outubro de 2014

Terra

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado apurou que Aécio Neves (PSDB) é o segundo em intenções de voto na corrida presidencial, com 26% dos votos válidos (que excluem brancos e nulos). O tucano está em empate técnico com Marina Silva (PSB), que tem 24% da preferência do eleitorado, pois a margem de erro é de dois pontos porcentuais.

Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, lidera as intenções de voto com 44%. Luciana Genro (Psol), Eduardo Jorge (PV) e Pastor Everaldo têm 1% cada, enquanto os outros cinco candidatos têm, somados, outro 1%.

Nos votos gerais, a petista tem 40%, contra 24% de Aécio e 22% de Marina. 4% dos eleitores votariam em branco ou nulo, enquanto outros 5% estão indecisos.

O Datafolha projetou dois cenários de segundo turno: Dilma x Aécio e Dilma x Marina. No primeiro deles, a candidata à reeleição venceria o tucano por 53% dos votos válidos contra 47%. Já no segundo, a vantagem seria ainda maior: 55% contra 45%.

O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo. Ele leva em conta a palavra de 18.116 entrevistados em 468 municípios brasileiros nesta sexta-feira e sábado e seu nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01037/2014.

SAIBA MAIS

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Charge do Mário: Pauleira!

04/10/2014 at 17:25 (*Liberdade e Diversidade) ()

Charge do Mário na Tribuna de Minas*Charge do Mário na “Tribuna de Minas”, hoje (04/10). Supimpa!

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Conceição dos Bugres (Crônica da Tarde)

04/10/2014 at 17:01 (*Liberdade e Diversidade)

maria da gloria

Maria da Glória Sá Rosa*

Conceição Freitas da Silva era menina, quando os olhos inquietos pousaram pela primeira vez na paisagem de Mato Grosso do Sul. Aqui residiu nas cidades de Ponta Porã e Campo Grande, onde faleceu em 1983. Com o marido Abílio Antunes, formou uma família de artistas da qual faziam parte os filhos Ilton e Wilson, que herdaram da mãe o dom de modelar a madeira com a força proveniente da imaginação e da habilidade manual.

Nascida no Rio Grande do Sul, em 1914, incorporou e revelou na arte os traços distintivos da região que adotou como sua. Abílio, depois da morte da mulher, continuou por vários anos a fabricar os totens, inventados por ela, que um dia, por brincadeira, como fazem os verdadeiros artistas ao esculpir uma raiz de mandioca, fez surgir o boneco que seria o ancestral de tantos outros, iguais na aparência, mas profundamente diversos nas fisionomias estáticas, cabelos escorridos, olhos, sobrancelhas e nariz pintados de piche, braços em posição de sentido.

conceição dos bugres

Uma obra recomeçando a outra, como a vida recomeça a cada instante, e, no entanto, cada minuto é diferente do anterior. Depois de modelados, cobertos com cera de abelha, os totens adquiriam vida própria, ao revelar na mais sensível das linguagens o talento da artista Conceição, que, sem frequentar escolas de arte, sem ter transposto outras fronteiras que as de seu quintal, tornou-se símbolo da cultura sul-mato-grossense, seu ícone mais significativo, marcado pelo gênio criador desenvolvido com humildade.

O imaginário popular consagrou os bugrinhos de Conceição como a representação mais viva dos traços distintivos do Estado, porque são o espelho da história sofrida dos índios cadiuéus, caiuás, terenas e de outras nações, na luta pela sobrevivência. Também se pode ver neles o signo emblemático dos marginalizados, que perambulam em série, sem destino, por ruas e estradas, sem deixar-se esmorecer pelo sofrimento.

Conceição contribuiu com o sangue e o talento para a construção da memória do Estado. São estranhos os caminhos da arte. Que ciência deu a Conceição o poder de fazer pulsar o coração do índio em sintonia com o nosso? Ninguém sabe os mistérios do fazer criativo. Nem ela mesma, que não foi dona de bens materiais, nem mesmo de um pedaço de seu quintal.

Apesar de ter participado de inúmeras exposições, ter obras nos mais importantes museus do Brasil e no exterior, morreu tão pobre como nasceu! Viveu longos anos numa casinha de tábuas do Bairro Universitário, no espaço do desconforto da água do poço, da terra vermelha. A fabricação dos bonecos era um processo que começava com a força do machado, para recolher da árvore a madeira, que ela mesma serrava e modelava.

O tempo transformou Conceição Freitas da Silva em Conceição dos Bugres – uma mulher corajosa, que tinha prazer em liberar formas na alegria de recriá-las. Seu neto Mariano continua o trabalho da artista, sem, no entanto, igualá-la. As obras de Conceição encontram-se na Pinacoteca da Fundação Cultural de Mato Grosso do Sul, no Museu de Arte e Cultura Popular de Mato Grosso do Sul, no Centro Cultural José Octavio Guizzo e no Marco, no Parque dos Poderes.

Em 1997, o Centro Cultural José Octavio Guizzo realizou, para homenageá-la, a exposição In Memoriam. Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Cuiabá receberam, através dos anos, público numeroso para homenagear suas obras. A presença de Conceição continua a iluminar o panorama artístico de MS, que tem nela o signo maior de sua grandeza. Sua obra cada vez mais viva é a metáfora de um Estado que se aventura no âmago das coisas para construir um tempo de coragem, em que haverá menos miséria e mais compreensão entre os homens, com os bugrinhos inaugurando novos amanhãs.

Desapareceu a matéria, mas eternizou-se a essência do que foi Conceição.

*Professor,Escritora e membro da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras

**Publicada hoje (04/10) no Suplemento Cultural do jornal Correio do Estado 

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Aécio ultrapassa Marina e deve ir para segundo turno com Dilma, mostra pesquisa CNT/ MDA

04/10/2014 at 15:45 (*Liberdade e Diversidade)

AécioCandidata do PSB voltou a cair, enquanto tucano manteve rota ascendente e cresceu quatro pontos percentuais

04/10/2014

Terra / Da redação

Pesquisa CNT/MDA divulgada na manhã de sábado mostra que Aécio Neves confirmou a curva ascendente das últimas pesquisas e ultrapassou Marina Silva na reta final da eleição. De acordo com o levantamento encomendado pela Confederação Nacional do Transporte, o candidato tucano cresceu 4,2 pontos percentuais em relação à última pesquisa e conta com a preferência de 24% do eleitorado.

Marina Silva continuou a perder votos e, de acordo com a pesquisa CNT/MDA, caiu mais 3,8 pontos percentuais e chega ao final da campanha com a preferência de 21,4% dos brasileiros. Esta é a primeira vez nestas eleições que Aécio conquista uma diferença numérica sobre Marina. Na última semana, a candidata do PSB e o tucano estavam empatados tecnicamente, mas sempre com vantagem numérica para Marina.

A presidente Dilma Rousseff cresceu 0,2 pontos percentuais e está com 40,6% das intenções de voto, de acordo com a pesquisa divulgada na manhã deste sábado. De acordo com os responsáveis pelo levantamento, Dilma apresenta tendência de estabilidade, enquanto Aécio de crescimento e Marina de queda.

Aécio também cresceu nas intenções de voto no segundo turno. Agora a distância entre ele e Dilma caiu para 5,2 pontos percentuais. De acordo com o levantamento CNT/MDA, Dilma aparece com 46% e Aécio tem 40,8% da preferência do eleitorado. Contra Marina, Dilma abre uma vantagem de 9,7 pontos, com 47,6% contra 37,9% da candidata do PSB.

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Mafalda e a poderosa crítica de valores

04/10/2014 at 11:12 (*Liberdade e Diversidade)

Mafalda e o globo

Argentina e universal, personagem de Quino segue jovem aos 50: sua ironia permanece viva, numa sociedade cada vez mais desigual

26/04/2013

Por Carlos Eduardo Rebuá Oliveira / Outras Palavras

Difícil encontrar alguém que não conheça uma baixinha argentina chamada Mafalda. Seja como souvenir, estampando camisas e cartazes do movimento estudantil, ou através dos já clássicos livros-coletânea, a quase “cinquentona” menina insiste em se fazer presente. Apesar da curta trajetória (1964 a 1973), trata-se da personagem de histórias em quadrinhos (hq’s) mais popular da Argentina e uma das mais conhecidas no mundo.

Ao contrário do que muitos pensam, Mafalda não foi contemporânea da ditadura do triunvirato Videla, Massera e Agosti, conhecida como Proceso de Reorganización Nacional (1976-1983) – um dos seis golpes civil-militares pelos quais aquele país passou no século XX, com um saldo de cerca de trinta mil mortos/desaparecidos. A personagem de Quino “nasceu” na conturbada década de 1960, durante o governo de Arturo Umberto Illia (1963-1966), derrubado por outro golpe – a chamada Revolução Argentina,que colocou no poder os generais Onganía, Levingston e LanusseMais exatamente, o “nascimento” de Mafalda se dá no mesmo ano em que no Brasil é deflagrado o Golpe que duraria vinte e um anos.

Em seu curto período de vida, Mafalda e sua turma (ela só “existe” a partir das relações que constrói com a família e com os amigos Manolito, Miguelito, Susanita, Felipe, Libertad) “assistiram” a inúmeros acontecimentos significativos – a caça aos comunistas pós-Revolução Cubana; as ditaduras civil-militares na América do Sul, também com forte ingerência estadunidense; o assassinato de líderes como Martin Luther King (em 1968) e Malcom X (em 1965), bem como o de Che Guevara (1967), na Bolívia, com participação da CIA; o Maio de 1968 na França, sob o lema “a imaginação no poder”, que incendiou a juventude; o Festival de Woodstock (1969), com seu pacifismo à moda flower power; a Primavera de Praga, que tentou construir uma democracia socialista na Tchecoslováquia de Dubcek; a derrota estadunidense no Vietnã, à custa de milhares de vidas dos dois lados; a eleição de Salvador Allende no Chile (1970), a chegada do homem (estadunidense) à Lua (em 1969), no contexto da corrida espacial com a URSS; o fim dos Beatles (fato que sem dúvida afetou profundamente Mafalda…) e o tricampeonato da seleção brasileira de futebol no México (o que também não deve ter agradado os conterrâneos da “baixinha”), ambos em 1970.

Mafalda na aula de História

Até há pouco tempo, as histórias em quadrinhos “entravam” na escola pela “porta dos fundos” e, na universidade, após um pedido de desculpas. Eram considerados uma subarte, uma subliteratura, representando uma linguagem “menor” e assumindo um caráter apenas de brincadeira. Felizmente, muita coisa mudou nestes últimos trinta anos no que diz respeito ao olhar acadêmico sobre as hq’s.

A criticidade na aula de História é requisito fundamental, bem como a associação entre processos históricos e a identificação de rupturas e permanências ao longo do tempo. Mafalda faz isso a todo instante: analisa criticamente a realidade, sem buscar uma pretensa neutralidade. (Esse é outro requisito importante nos debates realizados numa aula de História: tomar partido.) Ela não aceita o mundo que “recebeu” e o questiona constantemente. Ora tem atitudes de uma criança “típica” (que tem medo, depende dos pais, é ingênua…), ora age como uma criança excepcional (não no sentido de superdotada) e constrói belas metáforas, “saindo” da dimensão do concreto que caracteriza a criança em seus anos iniciais. Lúcida, crítica, consegue discutir a Guerra do Vietnã, por exemplo, e muitas vezes colocar os adultos em situações embaraçosas.

Em minha dissertação, defendida em 2011 no Programa de Pós-Graduação em Educação da UERJ, intitulada “Mafalda na aula de História: a crítica aos elementos característicos da sociedade burguesa e a construção coletiva de sentidos contra-hegemônicos”, analisei Mafalda buscando investigar como é possível, a partir da baixinha argentina, “tocar” em elementos basilares do tipo de sociedade da qual fazemos parte, grosso modo, há mais de duzentos anos: o individualismo, a democracia burguesa, o estímulo ao consumo, a valorização do lucro, a propriedade privada, o progresso, o livre-comércio, a naturalização das diferenças, a desumanização e a competição.

Como professor da Educação Básica (Ensinos Fundamental e Médio) e do Ensino Superior, a experiência com hq’s tem sido muito rica. Como um apaixonado por Mafalda, gosto de usá-la em provas, debates, trabalhos, tentando “extrair” ao máximo sua criticidade, suas indagações diante de um mundo confuso e “ao contrário”. O curioso é que Mafalda – uma personagem criança que não foi produzida pensando no público infantil – dialoga com diferentes faixas etárias. A partir dela é possível, por exemplo, tanto debater a democracia grega com o sexto ano como problematizar o conceito de alienação, a partir da mídia e do consumo, com uma turma de graduação em Pedagogia. Eis as tiras usadas nesses casos:

Mafalda 2

Mafalda 3As hq’s são recursos poderosos, ferramentas importantes na relação de ensinar-aprender. E Mafalda é um exemplo paradigmático, dada a atualidade da crítica e o alcance da narrativa tecida pelo artista argentino. Todavia, é fundamental lembrar que as hq’s sozinhas não tornam uma aula mais ou menos atraente, tampouco transmitem um conteúdo em toda a sua integridade.

A genialidade de Quino

Quino é um dos artistas mais completos que surgiram em nuestra America. Embora Mafalda não tenha sido editada na forma de gibi (como a Turma da Mônica, por exemplo), seja datada (trata da Guerra Fria, das ditaduras na América Latina, etc.) e tenha durado apenas sete anos, a personagem fez e continua a fazer sucesso, tendo sido traduzida em países como Japão, Noruega, Austrália – sociedades muito distintas das existentes em nosso continente.

O enorme alcance da obra de Quino (cuja genialidade vai muito além de Mafalda) deve-se ao fato de que o artista argentino abordou questões “permanentes”, como a da liberdade ou da soberania de um povo, por exemplo. Esta talvez seja a marca fundamental de um gênio – seja Beethoven, Dostoiévski ou… Quino.

Ao responder pergunta sobre se é possível modificar algo através do humor, Quino certa vez afirmou: “Não. Acho que não. Mas ajuda. É aquele pequeno grão de areia com o qual contribuímos para que as coisas mudem”.1Não tenho dúvidas de que Mafalda e sua turma representam importantes “grãos de areia” na construção de outras leituras/interpretações de nossa realidade, e logo, no limite, na construção de outro mundo possível e necessário.


Carlos Eduardo Rebuá Oliveira, licenciado em História pela UFF, mestre e doutorando em Educação, é professor de ensino superior e da educação básica nas redes pública e privada.

Referências

QUINO. Toda Mafalda. Rio de Janeiro: Martins Fontes Editora, 2002.

REBUÁ, Eduardo. Mafalda na aula de História: a crítica aos elementos característicos da sociedade burguesa e a construção coletiva de sentidos contra-hegemônicos. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Promed/UERJ. Rio de Janeiro, 2011.

1 Em entrevista traduzida para o português pelo site http://www.mafalda.net/ (sem data).

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Mafalda – 50 anos!

04/10/2014 at 10:45 (*Liberdade e Diversidade)

Mafalda 0

Mafalda-50 anos

mafalda 2Criada pelo cartunista argentino Quino, em meio às atribulações políiticas e sociais dos anos 60, a personagem Mafalda conquistou o mundo

Publicada pela primeira vez em 29 de setembro de 1964,no seminário argentino Primera Plana,a personagem reuniu rapidamente um séquito de fãs. Entre os mais ilustres,o escritor Júlio Cortázar, o cartunista brasileiro Ziraldo e o semiólogo italiano Umberto Eco.Mas,afinal,o que importa mesmo não é o que eles pensam de Mafalda, mas o que Mafalda pensa deles,como afirmou Cortázar,em 1973. Ver matéria completa assinada por Thiago Andrade no jornal “Correio do Estado” de hoje (04/10).

http://www.correiodoestado.com.br

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*Comentário do blog: Supimpa! Veja matéria seguinte sobre Mafalda!

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Porto Murtinho, MS: Buscas ao barco foram encerradas (Imagem do dia)

04/10/2014 at 10:11 (*Liberdade e Diversidade)

Porto Murtinho

*Ver matéria completa de Rosana Moura no jornal Correio do Estado de hoje (04/10). A viagem no “Sonho do Pantanal” transformou-se em pesadelo. Ufa!

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Pesquisa aponta vitória de Delcídio no 1° turno na disputa pelo governo do MS

04/10/2014 at 09:43 (*Liberdade e Diversidade)

Sem título

A quarta e última rodada de pesquisas encomendadas pela Fiems ao Ibrape manteve a perspectiva de que a eleição de amanhã pode terminar no 1° turno. Junto aos mais de mil eleitores ouvidos de 1 a 3 de outubro, Delcídio do Amaral (PT) tem 46% da preferência, o que equivale a mais de 50% dos votos válidos. O tucano Reinaldo Azambuja aparece em segundo com 26%. Ver matéria de Humberto Marques na edição de hoje do jornal “O Estado”. 

http://www.oestadoms.com.br

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